O setor de UX (Experiência do Usuário) é um dos mais importantes na hora de criar um projeto digital. Esses profissionais serão os responsáveis por prever o fluxo de navegação, fazendo com que o usuário possa acessar a página sem ficar confuso ou entediado.

Uma das empresas que mais investe em UX é a Disney. Algo natural, já que essa companhia está ligada de maneira inseparável ao entretenimento. Por isso, ela aplica os conceitos de UX não apenas no meio digital, mas em qualquer área onde seja possível, incluindo os parques de diversão. Por exemplo: a posição de cada lixeira é calculada com exatidão, porque constataram que uma pessoa não dá mais de 20 passos para jogar fora o lixo que segura nas mãos. Agora, se com lixo a Disney tem esse cuidado, imagine a atenção que ela não dispensa a vários outros fatores.

Por isso é importante pensar sempre em cada detalhe, para que seu público vivencie uma experiência agradável cada vez que visitar sua página. O motivo para tudo isso? Simples: pessoas felizes consomem mais.

 

A seguir separamos três orientações fundamentais dos especialistas em Experiência do Usuário, que mostram como melhorar a conversão a partir de técnicas testadas e comprovadas. Acompanhe:

 

1. Qual sua cor preferida?

Esqueça os gostos pessoais na hora de fazer a seleção de cores para seu site. O cérebro funciona a partir de padrões pré-definidos, que influenciam as atitudes de maneira subconsciente.

Por isso, em áreas fundamentais de decisão (botões, página de finalização de compra e confirmação de pagamento), fique atento ao significado de cada cor:

  • Azul: cor neutra. Indica que nenhuma decisão importante está sendo pedida.
  • Verde: sucesso, autorização concedida. Indica que o processo deu certo ou que a solicitação já foi encaminhada.
  • Amarelo: cuidado ou atenção. Indica que a pessoa precisa prestar ficar alerta naquela etapa específica.
  • Vermelho: bloqueio ou falha. Indica que houve um erro ou um impedimento no processo.

Uma orientação importante é usar tonalidades dessas cores de forma sutil nos outros elementos da página, para dar ao usuário a sensação que você pretende causar.

 

2. Quanto mais, melhor, certo?

Talvez não. Muito se fala sobre o paradoxo do cardápio: quanto mais itens são oferecidos no menu, mais confusas as pessoas ficam e mais tempo elas levam para fazer o pedido. É por isso que redes de fast food prezam poucas opções, estimulando as pessoas a pedirem pelo número, e não pelo nome do prato.

Esse mesmo princípio funciona para páginas da internet. Tenha sempre em mente, de maneira muito clara, seu objetivo. Simplifique as páginas de maneira a que o usuário não encontre empecilhos ou dificuldades para conseguir o que quer.

 

3. Por onde eu começo?

Em um jogo de tabuleiro a partida começa de um local, indicado de maneira bem clara; normalmente uma seta vermelha mostra uma casa específica, onde está escrito: “Saída”, “Comece aqui” ou “Ponto de partida”. Esse mero detalhe é fundamental para que as pessoas consigam jogar.

O mesmo vale para seu site: mostre ao usuário por onde ele começa. Em um jornal impresso, por exemplo, as pessoas vêem primeiro a foto (imagens chamam mais atenção do que texto), depois a manchete, a coluna da direita e assim por diante. Ou seja: definir a hierarquia da informação evita pânico e confusão na cabeça da pessoa, ajudando-a a organizar os pensamentos e incentivando-a a continuar navegando em sua página.

Existem muitas outras técnicas consagradas para auxiliar a conversão a partir de estudos de UX. Entre em contato com a Labbo – agência especialista em marketing digital – e descubra como potencializar sua página a partir desses conhecimentos.

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