(essa é a continuação do artigo “O m-commerce já é uma realidade”. Caso você não tenha lido, sugerimos que comece por aqui)

Agora que você já sabe o que é o m-commerce, e quais as possibilidades que ele abre para o mercado de varejo, é hora de conhecer se todo esse burburinho ao redor dele faz sentido ou se é o caso de mais uma dessas modas tecnológicas que vem e vão embora num piscar de olhos.

Para não ficarmos no campo das respostas subjetivas, separamos alguns dados. O mercado de comércio via celular (m-commerce) movimenta 230 bilhões de dólares, quase o equivalente o PIB do Chile. Dentro desse mercado, a Ásia representa metade desse volume de dinheiro. A justificativa é que os orientais são muito mais ligados em tecnologia, sendo que eles têm acesso a diversas vantagens (wi-fi gratuita de qualidade em diversos locais e aparelhos de ponta a preços mais baratos). Portanto, o que muitos especialistas têm apontado é que em breve essa onda chegará ao ocidente, assim que três fatores se concretizarem: democratização de melhores aparelhos, investimento das operadoras em tecnologias de acesso à internet e investimento dos lojistas em sites responsivos, com processos que sejam livres de falhas durante a compra.

“Mas esses dados são mundiais”, você deve estar pensando. “Será que se aplicam a nossa realidade? Já existe algum estudo que comprove isso?”. Bem, felizmente sim, e separamos as melhores partes para você não precisar garimpar essas informações na internet antes de começar a investir no seu site.

No ano passado o m-commerce cresceu no Brasil. Para se ter idéia, de cada dez transações feitas pela internet (compra de produtos, contratação de serviços, venda direta), uma delas foi feita pelo celular. Esse é o motivo por que muitos lojistas têm deixado de lado a idéia falsa de que ninguém compra pelo celular porque é complicado, demorado e irritante.mcommerce4Ora, só será complicado, demorado e irritante se o lojista não fez nenhum investimento e não previu a possibilidade de uso desse canal de venda. Para comprovar melhor esse argumento, nada melhor do que a prática. Como sugestão, indicamos que acesse os maiores sites de varejo americanos, pelo seu celular. Pode ser a Amazon ou o BestBuy, por exemplo. Você verá que tudo é intuitivo, fácil e gostoso de mexer. Quando você vê, já está quase fechando a compra.

Por último, a maior das vantagens do m-commerce é que ele não faz restrição ao segmento do seu negócio. Qualquer pessoa pode criar uma loja on-line, fazer as adaptações e começar a oferecer seus produtos e serviços pelo celular. E diversos nichos têm se beneficiado do m-commerce, como por exemplo os sex shops: lojistas desse ramo relataram um aumento grande nas vendas porque as pessoas se sentem menos expostas ao comprar pelo celular. Ir a uma loja física de produtos eróticos é constrangedor ou até comprometedor para alguns consumidores e consumidoras. E acessar o site da loja a partir de um computador pode até deixar pequenos rastros, que só serão descobertos se a pessoa for surpreendida por alguém enquanto está com a foto de um produto íntimo aberta na tela do monitor, ou fazendo uma varredura nos históricos e cookies, o que é menor provável.

Comprar pelo celular é, portanto, seguro, discreto, rápido e fácil. A sugestão da Labbo é que você conte com a nossa experiência para entrar nesse mercado o quanto antes para que – quando ele chegar com tudo ao Brasil – você já esteja à frente, colhendo os lucros do seu investimento.

Nesse infográfico você pode ver mais informações sobre o mercado Mobile:

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Fonte do infográfico: GetElastic

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