Depois de muitos anos longe do comércio eletrônico, uma gigante do fast fashion resolveu voltar a investir em uma loja virtual. “Que loja é essa?”, você deve estar se perguntando. Estamos nos referindo a C&A, que tem focado na estratégia de e-commerce. Ao serem indagados, executivos da empresa responderam que lá atrás não havia interesse da marca em ter uma loja presente no universo digital, mas que agora essa expansão ao universo on-line se faz necessária.

O que será que motivou, portanto, a C&A a investir no E-commerce? E – mais importante – o que podemos extrair dessa decisão? Separamos os principais tópicos no formato de uma lista, que você poderá acompanhar a seguir. Esses dados e informações serão muito importantes quando for necessário fazer uma defesa acerca do E-commerce na sua empresa. Nossa sugestão é que você guarde-os bem na memória. Boa leitura.
 

1. O faturamento do comércio eletrônico é alto
Estudos feitos pelo grupo Buscapé apontaram que no primeiro semestre de 2015 o comércio eletrônico movimentou no Brasil mais de 18 bilhões de reais. Em comparação ao ano anterior, o crescimento foi superior a 15%, já que em 2014 a cifra havia atingido 16 bilhões.

O que justifica esse aumento? Segundo o mesmo estudo, a razão está ligada a um ticket médio maior. Conforme já explicamos em outros artigos, existem diversas estratégias que podem ser usadas para aumentar o volume de produtos no carrinho de compras. O aumento do ticket médio, provavelmente, está ligado a um amadurecimento do mercado, que está mais aprimorado e focado em oferecer uma experiência de compra agradável – que resulta em mais vendas.
 

2. A crise afetou o mercado, mas ele continua crescendo
A expectativa para o segundo semestre é de um faturamento em torno de 23 bilhões de reais. Ou seja: as pessoas ainda se sentem seguras para continuar comprando pela internet, apesar do cenário econômico instável. Outro fator que pode influenciar esse crescimento é a alta do dólar, que faz com que os consumidores priorizem os sites nacionais na hora de fazer suas compras.
 

3. O consumidor é fiel e alguns segmentos estão sempre no topo das vendas
Moda e acessórios é o setor que mais movimenta dinheiro no E-commerce. De cada 10 vendas efetivadas, cerca de uma ou duas é de roupas e/ou acessórios. As principais vantagens são a disponibilidade de modelos, a grande gama de promoções e os recorrentes descontos.
 

4. A estratégia é ideal para o momento que vivemos, dos consumidores hiperconectados.
As pessoas estão o tempo todo conectadas (leia mais sobre esse assunto clicando aqui). De cada 10 consumidores virtuais, 8 acessam as lojas a partir de um dispositivo móvel, usando rede wi-fi. Ou seja: se o e-commerce não é responsivo, você está desprezando mais de 80% de um público com potencial de compra muito alto.

Converse com a gente para saber mais sobre E-commerce. A Labbo é especialista em marketing digital, com muita experiência de mercado. Obrigado pela leitura.

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