Muito se fala atualmente da crise econômica. A cada dia que abrimos os jornais encontramos manchetes anunciando que a inflação atingiu índices muito altos, que não eram vistos há mais de uma década. Podemos observar pelas notícias também que o comércio em geral passa por um dos períodos mais difíceis, com vendas estagnadas, produtos parados nos estoques e – mesmo em datas comemorativas – falta de movimento no caixa.

No entanto, como algumas empresas conseguem extrair benefícios em meio a esse cenário caótico? Como elas conseguem se diferenciar, criar vantagens competitivas e – apesar da crise – ainda fechar o mês no positivo?

Existem muitas explicações, mas a que abordaremos hoje gira em torno da Inteligência Competitiva – IC. Para que sua leitura seja mais proveitosa, separamos a primeira parte do artigo para uma breve análise sobre o histórico e o conceito de IC, para a seguir explicarmos como fazer a IC trabalhar a seu favor no ambiente digital.

A Inteligência Competitiva confunde-se com a história da espionagem nas guerras. Um dos livros mais antigos e respeitados dessa área, “A arte da guerra”, já dissertava que para vencer um inimigo era preciso entendê-lo. Portanto, é imprescindível que as empresas estudem e analisem seus concorrentes, bem como seus consumidores, sem falar nas tendências econômicas, sociais e demográficas.

Então, em resumo: a Inteligência Competitiva está sempre em busca de informações, dados e subsídios que possam deslumbrar um cenário onde haja alguma vantagem escondida – que pode ser um nicho ainda não explorado, um comportamento do público que ainda não foi atendido, uma deficiência em algum dos setores da sua empresa que precisa ser corrigida, etc.

Mas como aplicar a Inteligência Competitiva online? Dividimos as explicações em tópicos, para poder explicá-las melhor. Acompanhe:

1. “Encontre o inimigo”.
Ou, usando as linguagens atuais, faça um monitoramento dos seus concorrentes. Com a internet é muito mais fácil fazer isso. O primeiro passo é, obviamente, selecionar seus concorrentes diretos e indiretos. A seguir, faça um “dossiê”, ou seja, encontre todos os locais onde eles estão presentes no meio digital. Descubra o site, Twitter, Facebook, Instagram, Blog, canal do Youtube/Vimeo, página no Reclame Aqui e o que mais for necessário. Não se esqueça de ver também se os concorrentes investem em Adwords e se estão bem posicionados na busca orgânica.

2. “Estude o inimigo”.
Depois da pesquisa, é hora da análise quantitativa e qualitativa. Veja o que seus concorrentes falam, qual o tipo de linguagem que usam, quantos seguidores possuem, qual a frequência e qualidade dos posts, qual a repercussão que eles atingem.

3. “Motive seus soldados”.
Depois de olhar para fora, é hora de olhar para dentro. Compare os resultados encontrados com os resultados da sua empresa no ambiente digital. Veja os pontos em que você está melhor e os pontos em que está pior, conduzindo a sua equipe para consertar as falhas e solidificar as vantagens.

4. “Estude o terreno”.
A última etapa de um estudo de Inteligência Competitiva aplicada ao meio digital é analisar o público e a relação dele com as empresas, nas diferentes plataformas. Ou seja: um estudo sociodemográfico completo, que possa apontar tendências de comportamentos e hábitos de consumo.

Estudando, portanto, a sua própria empresa, a concorrência, o mercado e o público você fará um trabalho perfeito de Inteligência Competitiva. Mas por que mesmo assim, fazendo tudo isso, algumas empresas falham?

Porque esse trabalho precisa ser feito todo dia, por no mínimo um profissional qualificado e experiente, dedicado exclusivamente à Inteligência Competitiva no meio digital.

 

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