"A Tractebel Energia S.A. é usuária do Labbo Galerias, utilizado para exibição de álbuns de fotografias de eventos da empresa em sua intranet, bem como do Labbo Arquivos, ferramenta bastante utilizada para a troca de arquivos de grande tamanho com outras empresas e órgãos governamentais.
Ficamos muito satisfeitos com o trabalho executado pela Labbo, o qual distingue-se pela qualidade e cumprimento de prazos."
José Neves de Lacerda
Gerente de TI
Tractebel Energia S.A.
"A Labbo ofereceu à Datasul uma ferramenta flexível, que se adaptou a nossa realidade na venda de serviços e nos permite ter uma grande autonomia e facilidade de gerenciamento"
“A Socion Soluções Inteligentes é cliente da Labbo há mais de 10 anos. Nesse período contamos com a Labbo em diversos projetos os quais ajudaram a alavancar os negócios da empresa, facilitando e fazendo com que nosso crescimento fosse extremamente dinâmico e organizado. Dentre todas as soluções diferenciadas implantadas pela Labbo, não podemos deixar de destacar nossa loja virtual que está no ar há cerca de 3 anos e desde então tem nos trazido um grande retorno em nossa estratégia de estarmos ainda mais próximos de nossos clientes.”
Afonso Schu
Diretor de Mercado
Socion Soluções Inteligentes
No dia 6 de abril, Florianópolis recebeu o evento Digitalks, que contou palestrantes de diversas empresas relacionadas a internet, como PagSeguro, IAB Brasil, Hands, MobileME, Media Factory, entre outras.
A Labbo esteve presente fazendo a cobertura do evento pelo Twitter @labbo, postando fotos, tópicos e dicas interessantes durante as palestras.
Confira aqui alguns pontos interessantes que foram levantados durante o evento.
44 horas por mês é o tempo médio que o brasileiro gasta na internet. Claudete Tavares, da IAB Brasil, falou também sobre a penetração de certas redes sociais no Brasil. O Twitter, por exemplo, tem um alcance de 22% na população online do país; os blogs, mais de 70%. Para quem dizia que o Twitter acabaria com os blogs, viu-se que na verdade o Twitter está aí para complementá-lo e aumentar seu alcance.
"O marketing offline é muito mais difícil de mensurar se comparado ao marketing online." Gabriel Kenski contou como a GE Money utiliza o marketing online para realizar suas vendas. Desde os primeiros email marketings e campanhas de links patrocinados, a GE Money foi otimizando seu site para focar a conversão. Não bastava ter uma grande quantidade de cliques, se esses "cliques" chegavam no site e iam embora logo. Com o auxílio de testes A/B, landing pages otimizadas e análise de comportamento dos visitantes, os cliques passaram a virar leads e esses leads passaram a ser leads qualificados. Hoje, o site da GE Money é responsável por uma parcela enorme das vendas da mesma.
"Se todas as pessoas são diferentes, por que os resultados de suas buscas são iguais?" Uma tendência do mercado de buscadores é o Social Search, que consiste em "personalizar" cada pesquisa de acordo com sua atividade e de seus amigos em redes sociais. Exemplo disso é o Google +1, anunciado recentemente pela empresa, que permitirá otimizar seus resultados de busca com base em recomendações de amigos. Outra tendência consiste em uma maior interação social dos sites. Um exemplo disso é a Amazon, que lhe dá dicas sobre o que comprar para seus amigos aniversariantes com base no que eles curtem no Facebook.
A busca interna dos sites é uma excelente fonte de informação, porém ainda é pouco explorada pelas empresas. A busca interna pode lhe dar dados valiosíssimos sobre a audiência do seu site. Um e-commerce, por exemplo, pode saber o que os consumidores estão procurando e o que eles não estão encontrando. Na maioria dos casos, quando uma pessoa não encontra o que procura, ela se vê em frente a uma página com um pedido de desculpas por não possuir aquele item. Por que, ao invés de pedir desculpas, não coloca-se ali um formulário para a pessoa deixar o contato e ser avisada quando estiver disponível?
Sua empresa está online? Seu cliente está! É preciso definir objetivos e estratégias para cada rede social que você quer utilizar. Essa dica parece clichê, mas muita empresa ainda escorrega nas estratégias. Estar na internet não significa ter um site e um perfil no Orkut. O importante é ser relevante, se relacionar com o público e gerar conteúdo de qualidade. Um estudo recente mostrou que 50% dos tweets relevantes são postados por 0,05% dos usuários. Será que você faz parte dessa minoria?
Campanhas offline geram demandas online. Muito se tem falado sobre marketing digital, mídias sociais e internet, mas as campanhas offline ainda são muito importantes. O desafio hoje é fazer com que elas se estendam para o mercado online.
Nada influencia mais uma compra do que a opinião de amigos e parentes. Muitas pessoas, quando não compram em lojas virtuais, vão para a internet procurar reviews, pedir opiniões de pessoas próximas, ver comparações com outros produtos. Tem-se, portanto, que tentar descobrir o que seu público está procurando, onde está pesquisando e como estão fazendo essa busca. Quando a empresa descobre esses fatores, torna-se mais fácil o relacionamento com o consumir, à medida em que você descobre seus hábitos de compra.
Faça um blog! Descubra quais são as palavras-chave de seu negócio/mercado e faça textos lotados de palavras-chave. Faça títulos que instiguem o restante da matéria. Além de outras coisas, um blog é parte crucial de uma estratégia de SEO. É por ele que seus clientes o acharão.
Esteja no celular das pessoas. Crie um aplicativo! Adapte seu site para rodar em celulares. Lembre-se: há um ano, não existia iPad. Hoje, está à venda a segunda versão do mesmo, além de dezenas de outros concorrentes, como o Xoom da Motorola. Em 2013, o volume de vendas de tablets superará o de desktops. Atualmente, há 205 milhões de celulares no Brasil, sendo 5 milhões de smartphones - e crescendo.
Venda para a classe C! O poder de compra dos consumidores de classe C nunca esteve tão alto. Cada vez mais eles têm acessado a internet e partido para compras online. Só no mercado online de turismo, as classes B, C e D foram responsáveis por 57% do volume de vendas de pacotes turísticos.
E por falar em classe C, o Orkut não morreu. Há muitos "experts" em mídias sociais por aí dizendo que não vale mais a pena investir no Orkut, pois ele está perdendo mercado para o Facebook. Saiba que em 2010, apesar de muita gente ter migrado para o FB, o Orkut cresceu 25% em número de usuários. No Brasil, o alcance do Orkut na população online é de 78%, contra 30% do Facebook. O que vamos ver no Brasil nos próximos anos é a coexistência das duas redes. O grande lance é que, de certa forma, podemos separar o público do Facebook e do Orkut. São consumidores diferentes com gostos diferentes. Você acha isso ruim? Eu não acho.
Outros dados interessantes trazido por Alex Banks, da comScore:
24 horas por mês é o tempo médio que o brasileiro passa na internet ATIVAMENTE. 44 horas por mês é o tempo que ele está na internet, não necessariamente utilizando;
O acesso à internet pelo celular e tablets ultrapassará o acesso através de desktops em poucos anos. Mais um motivo para estar no celular das pessoas;
Comparado ao resto do mundo, o Brasil é campeão em utilização de mensageiros (MSN), Blogs, Redes Sociais e conteúdo multimídia, em especial os vídeos.
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